Cai, pela primeira vez, a quantidade de bucas realizadas pelos internautas no ano

Caiu, pela primeira vez, o número total de pesquisas realizadas por internautas, no acumulado do ano, de acordo com estudo sobre o mercado digital norte-americano publicado pela cosmScore. Embora o estudo seja sobre o mercado americano, aponta um padrão de comportamento para outras áreas onde a Internet (e smartphones) têm grande penetração, como Europa e Japão, segundo analistas da empresa de pesquisa.

A principal conclusão do estudo é que o número de pesquisas caiu 3% em 2012, índice impulsionado principalmente por um declínio quantidade de buscas por usuário (queda de 7%), apesar do crescimento no número de usuários fazendo buscas (4%).

O Google continua líder, respondendo por 66,7% do mercado norte-americano de buscas. Fatia maior do que a que detinha em 2011 (65,9%). Duas em cada três pesquisas foram feitas a partir de propriedades Google.

Quando olhamos apenas as ferramentas de bucas, o Bing, da Microsoft, teve o ganho de participação mais significativa em 2012, crescendo 1,2 pontos percentuais, para 16,3%de participação de mercado O  Yahoo! aparece na terceira posição, com 12,2 % do mercado. E foi quem mais caiu em 2012.

Só a Microsoft apresentou na quantidade de pesquisas por usuário. Todos os outros caíram. O Google, um ponto percentual a mais que a média do mercado. Já em relação à quantidade de pesquisas por usuários, o Bing também cresceu (6%) enquanto Google e Yahoo também registraram queda, de 8% e 5%, respectivamente.

Cai, pela primeira vez, a quantidade de bucas realizadas pelos internautas no ano

A razão disso?

Como o consumo de conteúdo digital continua experimentando fragmentação entre plataformas, as pessoas estão fazendo mais buscas a partir de suas contas Amazon , eBay e Facebook, e de seus computadores ou dispositivos móveis.

Os dados mostram que o Facebook parece estar no caminho certo ao lançar a busca social Graph Search, que concentra as buscas internamente, e ao ter se associado à Microsoft, direcionando a busca na web como um todo para o Bing.

Segundo a comScore, a evolução da pesquisa social sugere que ela se tornará uma das tendências mais quentes do mercado de buscas 2013.

Praticamente todos serviços de busca criaram estratégias (com novos algoritmos) que não só reconhecem a importância e popularidade das redes sociais, como também os protege, para que continuem sendo relevantes.

O novo recurso do Bing – “pessoas que poderiam saber” – é um bom exemplo de como a busca social começará a ser incorporada pelos mecanismos de busca tradicionais. Analistas têm apontado a inciativa como a primeira grande tentativa de uma fusão da busca com a busca social. Há um monte de informações na internet, mas receber a informação certa da pessoa certa ainda continua um desafio, perseguido por Google, Microsoft, Yahoo e agora, o próprio Facebook e serviços como o Yelp.

Na outra ponta, começam a surgir startups dedicadas ao mercado de buscas sociais. É o caso da Path. Seu objetivo é vir a ser nosso Social Search Engine de referência nos dispositivos móveis. Para isso, derrubou os muros das redes sociais ao dar a seus usuários a opção de importar dados do Facebook, Foursquare e Instagram. O problema é que sua sobrevivência depende da boa vontade dessas redes sociais de entregar essas informações através de suas APIs.

É, de fato, um movimento para acompanhar com atenção.

Com informações do IdgNow

Cai o número de buscas na Internet
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