A participação das mulheres no comércio eletrônico

A influência da mulher na Internet e como o e-commerce é regido pelo conceito de comércio virtual femininoO Post de hoje é um guest post escrito pelo Jorge Willians. Ele tem 19 anos, é bacharelando em Administração de Empresas pela Unifeso e atua com marketing digital desde 2007. Atualmente é diretor do Portal MMA Batalha – Portal de Notícias das Artes Marciais – e escreve para alguns portais. Siga o no Twitter @jwcardozo.

Quando o assunto é rede de relacionamentos é quase inevitável não pensar no público feminino. De acordo com uma pesquisa divulgada em 2009, as mulheres comandam as redes sociais e mídias sociais. A pesquisa foi realizada por David McCandless, do blog Information is Beautiful, que verificou que das 17 redes pesquisadas, 13 são comandadas por mulheres, e nas outras 4 há equilíbrio entre os sexos.

Ainda nessa pesquisa pode-se perceber que nas 4 redes sociais onde há equilíbrio, estão o LinkedIn e o YouTube, desmitificando a idéia que os homens são os que mais vêem vídeos através do gigante portal de vídeos do Google. Os outros dois portais em que houve empate foram DevianART e Del.icio.us.

Em pesquisa realizada no 1º semestre de 2010, foi constatado que 55% dos consumidores que fizeram uma compra pela internet e foram influenciados por uma rede social são mulheres. No e-commerce em geral a divisão é feita exatamente igual: 50% mulheres e 50% homens.

As mulheres no e-commerce. A participação feminina aumenta no comércio eletrônci e define tendências

A partir destas informações é possível compor a idéia de que as mulheres são mais influenciadas pelas redes sociais frente aos homens. Sabe-se que as mulheres são mais sensíveis a opiniões sobre um produto, por isso buscam maiores informações sobre apreciações, conceitos e análises de quem já utilizou tal produto. Fica portanto uma dica sobre o que faz as mulheres comprarem pela Internet.

Essa participação feminina no comércio eletrônico vem aumentando significativamente. Em 2001, elas representavam 39%, em 2005, 42% e já em 2010, representam 50% dos e-consumidores.

Investimentos em banners, bloco de anúncios, adwords e demais, parecem ir perdendo espaço para o investimento em marketing nas mídias sociais. É difícil mensurar o resultado de marketing nas redes, pois nem sempre o resultado é um clique que levará à compra de um produto.

O fortalecimento da marca é o mais relevante nessa área. Milhares de usuários estão criticando e elogiando seus produtos, e é por isso que você deve estar freqüentando fóruns e o que mais for necessário, para saber o que estão dizendo, e a partir daí, agir estrategicamente.

A partir de então se compreende a necessidade das empresas possuírem um perfil nas redes sociais e relacionarem-se com seu público. Nesta etapa, deve-se tomar um enorme cuidado para não ser intrusivo e destruir a imagem de sua empresa. Jamais deixe sua propaganda ser explícita. Sempre que puder, faça comentários, levante discussões saudáveis e mantenha-se atualizado com o mercado e o mundo que o seu público está inserido.

Fonte: Blog Bruno de Souza

As mulheres no e-Commerce
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