Os “Donos” do Twitter

Os "Donos" do TwitterMais uma vez tenho a infelicidade de me deparar com pessoas que acham que compraram a internet, ou pelo menos um lote dentro das redes sociais que ninguém pode invadir e onde todos deverão se comportar como o dono ou a dona mandar.

Tenho certeza que você também já deve ter esbarrado em suas andanças pelo Twitter com usuários que se acham donos da verdade e com sabedoria e experiência o bastante para te dar lições sobre isso ou aquilo. Parece que tais pessoas se incomodam com todos que são diferentes delas e não entendem o sentido das frases que você posta, por mais claras que sejam. E mesmo quando você prova por A + B que foi um equívoco provocado pela visão retrógrada dessas pessoas, elas teimam e não têm humildade nem maturidade suficiente para admitir o erro, pedir desculpas e se dispôr para até mesmo iniciar uma amizade com quem antes estava discutindo.

Dentro das redes sociais, o comportamento individualista se mistura com a interação em rede, criando uma espécie de “individualismo coletivo” em boa parte do tempo. Nesse individualismo coletivo, as pessoas se juntam em rede para falarem de si mesmas, e qualquer um que venha de encontro ao seu modo de encarar o mundo é como se fosse um invasor, um alien, alguém que não merece estar lá, por mais democrático que o espaço pareça ser. Essas pessoas são chatas pra caramba.

Como lidar com os donos do Twitter?

  • Evite discussões improdutivas: é tudo que eles querem;
  • Ignore pessoas assim: o silêncio dói nos ouvidos deles;
  • Se for o caso, não tenha receio de usar o recurso de Block.

Para quê se deixar contaminar com usuários de redes sociais que não sabem conviver em grupo? Volta e meia você encontrará esses sociopatas, portanto passe para o outro lado da calçada e continue desfrutando de todos os benefícios que quem usa bem as redes sociais consegue perceber. Eu já fiz isso algumas vezes e deu muito certo!

Por Gabriel Galvão no Ponto Marketing

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5 COMENTÁRIOS

  1. Concordo, falta de maturidade é a palavra mais correta pra definir essas “crianças”. Cada um têm suas preferências, mas não aceitar opiniões alheias e críticas é uma infantilidade!

  2. Eu vejo este tema de uma forma mais flexível. O “chato”, vai depender muito da referência que tomamos como padrão. Alguém que deixa sua rede social exposta, deve, em princípio, absorver, refletir e replicar uma eventual discussão. Caso não tenham esta capacidade, o melhor é sempre ter um perfil privado, ou invés de usar o famigerado block, pois assim você assume não ter condições de debater e, portanto, do convívio social.

  3. Concordo e axo também que se vc está disposto a deixar sua opinião sobre um certo assunto, tenha educação e respeito por qq outra pessoa que tb deixou a dela, as opiniões são diferentes, as pessoas são diferentes, não precisa concordar e nem discordar, só precisa respeitar. As pessoas não evoluem, e já entram em redes sociais achando que a falta de evolução delas é só personalidade forte!!! Affee

  4. Que bom seria se este tipo de pessoas só estivessem nas redes sociais, está não é a verdade como todos nós sabemos. Se afastar e viver bem é o melhor que pode se fazer. Vamos viver positivamente e ao lado de pessoas positivas também, nós podemos escolher!

  5. Curto, grosso e verdadeiro.

    Excelente ponto de vista levantado no texto. Concordo com cada caractere digitado na reflexão do post e, sem sombra de dúvidas, as três dicas dadas são básicas, porém, úteis e funcionam muito bem.

    Principalmente o block.

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